Existimos para prosperar. O crescimento, a evolução e o progresso devem estar sempre presentes em nosso caminho. Ter uma atitude construtiva é acreditar que nada nos ocorre sem que seja em nosso próprio benefício. É ter a certeza de que Deus só permite que aconteça conosco aquilo que possa contribuir para o nosso melhoramento. Quem prefere crêr que está sendo constantemente prejudicado pelas circunstâncias, tem bastante motivos para se aborrecer. E não pode ser de outro modo, a não ser que haja uma mudança de mentalidade. A nossa interpretação diante dos eventos, fatos e acontecimentos determina o que podemos esperar da vida. Se lamentamos a nossa pouca sorte, ela dificilmente se modificará; mas se nos convencemos de que somos pessoas de sorte, então tudo começa a mudar. A vida não é sádica. Nenhum concurso de acontecimentos se destina tão somente a nos desafiar a paciência. Não existem condições desfavoráveis. Existem apenas consequências inevitáveis de ações edificantes ou não. Contudo, podemos sempre escrever uma nova história, esquecendo tudo o que fizemos de errado. A nossa vida não está definida pelo que fizemos ontem. A vida é agora, e o futuro é só um seguimento... Crescer é o destino do ser humano. Avançar rumo à novas perfeições. Nada o poderá impedir neste sua jornada, se ele assim decretar. Isso está em sua natureza porque Deus assim deseja. Nós não somos escravos das circunstâncias. Somos herdeiros de Deus. Príncipes da vida. Isso não é presunção, nem motivo de vergonha. Vergonhoso é nos considerarmos farrapos infelizes e derrotados. Não somos vítimas ou sombras. Somos fontes de luz! Somos filhos de Deus! Somos criaturas livres, abençoadas e destinadas à felicidade! Toda felicidade consiste em sabermos seguir a vontade de Deus. E o desejo de Deus é que sejamos plenamente felizes! Quem sabe converter a escasez em abundância; a covardia em coragem; a fragilidade em força, por amor ao projeto de Deus para a sua vida, está interpretando corretamente os sinais do caminho. A abundância material é um dos aspectos da prosperidade, mas não é o único. Alguém pode ser bastante rico e possuir poucos bens materiais. Basta que as propriedades que possua lhes pareçam suficientes. E, de modo contrário, uma pessoa pode ter um vasto império e ser pobre. Basta que os seus desejos sejam insaciáveis. Não somos aquilo que os outros pensam que somos, mas é provável que já sejamos ou que venhamos a nos tornar aquilo que acreditamos ser. Se ignorar as próprias limitações é uma loucura, acostumar-se a elas é uma insanidade ainda maior. Quem abre mão da felicidade por se considerar um infeliz, está numa situação pior do que imagina. Mesmo sabendo de nossas fraquezas e deficiências, precisamos ter em vista o nosso objetivo glorioso. Não devemos nos contentar com menos do que a realização plena da nossa alma, porque é esta a meta suprema estabelecida por Deus para cada um. A prosperidade não depende de contingências exteriores. Ela não é uma questão de ter, mas de ser. Para todo aquele que segue o viver reto, repleto de virtudes, a vida é farta e cheia de recursos. A quem alcançou a bem-aventurança espiritual não lhe falta o pão de cada dia. A prosperidade o acompanha porque ele sempre julga ter mais do que precisa. A sua generosidade e desprendimento atraem a diligência e a abundância, enquanto em seu coração uma voz ecoa forte e nítida: TUDO O QUE FAÇO PROSPERA, PORQUE DEUS ASSIM DETERMINA!
Estava lendo alguns artigos no site oficial do Dr. Dráuzio Varella, os quais acho muito interessantes. Dentre eles, resolvi postar esse que segue.
A árvore da vida
É chegado o momento de construirmos a árvore da vida. Terminado o Projeto Genoma, esse será o grande projeto da biologia. Galho por galho, ramificação por ramificação, as espécies de animais, vegetais e microorganismos serão ordenadas pelo grau de parentesco e pela ordem de aparecimento na evolução. Desde que Darwin e Wallace revolucionaram a biologia com a demonstração de que as espécies não haviam sido criadas por Deus num dia, como imaginava a ciência da época, houve várias tentativas de agrupar os seres vivos com base em critérios morfológicos como tamanho, número de células, esqueleto ósseo, disposição dos membros ou capacidade de mamar quando pequeno. No final do século 19, Ernst Haechel propôs uma árvore genealógica que representasse o pedigree do homem. Na base do tronco, ficavam os chamados animais primitivos, categoria na qual incluía seres tão díspares como amebas e animais que põem ovos. Nos primeiros galhos, vinham esponjas, crustáceos, vermes, peixes, aves, répteis e anfíbios. Nos mais altos, estavam representados os mamíferos e, no topo deles, logo acima dos gorilas e orangotangos, aparecia o homem - "o experimento supremo da natureza". Tal visão antropocêntrica, que imaginava a evolução um mero mecanismo destinado a atingir o clímax com a criação do Homo sapiens, foi sepultada definitivamente pelos biólogos evolucionistas do século 20. Depois deles, ficou claro que a seleção natural é madrasta impiedosa, não está interessada na criação e muito menos na sobrevivência do homem ou de qualquer outra espécie. Para ela, temos a importância das Wolbachias que vivem no intestino dos carrapatos. Nos últimos 20 anos, ganharam destaque científico os biólogos filogenéticos, interessados em caracterizar as relações existentes entre as diversas formas de vida a partir da avaliação da proximidade ou distância entre seus DNAs. Comparar a forma do corpo de seres diferentes e identificar semelhanças entre eles, o método clássico de classificação das espécies, passou a ser complementado pela comparação dos repertórios genéticos, a sintonia fina. Não faz muito tempo, os anfíbios eram considerados descendentes dos dinossauros. Hoje sabemos que não o são, os pássaros e as aves modernas foram os únicos dinossauros que sobreviveram ao final catastrófico. Com as novas técnicas genéticas, muitas bactérias, plantas e animais têm mudado de ramo na árvore genealógica. Seres antes classificados como bactérias se transformam em fungos, saltando distâncias evolutivas maiores do que a existente entre nós e os mosquitos. A tarefa de construção da nova árvore da vida é gigantesca. Embora existam um milhão e setecentas e cinqüenta mil espécies catalogadas, muitos cientistas calculam que esse número pode chegar a 30 milhões ou mais. Pior: das espécies já registradas, apenas 50 mil estão organizadas em pequenos galhos que ainda não foram postos lado a lado na árvore. Com a força do argumento de que o número de análises filogenéticas tem dobrado a cada cinco anos e de que a finalidade de construir a árvore não é apenas alinhar espécie por espécie numa seqüência lógica, mas a de definir princípios abrangentes de organização das espécies, a Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos decidiu reunir os maiores especialistas da área para discutir os objetivos a serem atingidos. Impossível não comparar a iniciativa com as que precederam a criação do Projeto Genoma, em meados dos anos 1980. Como no Genoma, o primeiro desafio será a criação da infra-estrutura de informática - a filoinformática - para processar os infinitos dados obtidos por meio do seqüenciamento automatizado dos genes presentes na incrível biodiversidade terrestre e aquática. A árvore custará caro, talvez mais até do que os US$ 3 bilhões projetados para o Projeto Genoma. Qual será o benefício social de investir recursos tão altos num projeto desse tipo? A medicina tem utilizado os princípios de relações genéticas entre os microorganismos para explicar como alguns germes se tornam resistentes aos medicamentos, como proteínas produzidas por diferentes organismos podem ser úteis ao homem, ou o impacto que uma bactéria alienígena pode causar na flora intestinal ou numa população de indivíduos suscetíveis a ela. A organização das espécies em uma árvore genealógica é fundamental porque aprofundará o conhecimento da biodiversidade a níveis jamais imaginados, permitirá fazer previsões que revolucionarão a medicina e a agropecuária e tornará possível a escolha das intervenções mais eficazes para a preservação da natureza. Além disso, pode existir coisa mais fascinante do que decifrar os caminhos da vida na Terra?
Tenho aprendido que seguir o chamado do coração é sempre mais seguro do que se guiar pelo que os outros esperam de nós ou projetam em nós. Ainda que em um primeiro momento possamos nos sentir inseguros entre escutar a voz da razão ou do sentimento, está última será sempre a verdadeira e certeira, pois conectadas com nossa sensibilidade e intuição que ultrapassam os limites de tempo e espaço e nos projetam para uma realidade futura e causal. Isso não significa que devamos deixar de usar a razão, mas razão e sentimento devem andar juntos, razão sem sentimento é como um solo infértil, pois é o sentido que somente enxerga pelo lado de fora, e não pelo lado interior, onde podemos entrar em contato com nossa verdade mais profunda.
E ser verdadeiro consigo mesmo é a tônica desses novos tempos. Ego e máscaras só servem para nos distarciarmos do nosso verdadeiro eu, do ser integral que somos, assim como para nos dissociar de nossos ritmos internos, nossos "timings" essenciais, nossos ciclos tão sagrados ao nosso crescimento.
Muitos desafios têm surgido, e não estão sendo simples de administrá-los. E se é duro ter que viver ainda no mundo da dualidade, imaginem quando se rompem as ilusões de uma realidade que pensamos ser una e íntegra, mas que na realidade era dual? Sim, porquê neste afã de evoluírmos e encontrarmos um lugar de paz e aceitação, também projetamos muito! Muitas vezes elegemos alguém como nosso "mestre", confiamos, endeusamos, para depois constatar que esse suposto mestre era alguém que podia estar um pouco a frente de nós, mas ainda com um caminho longo a percorrer e que a nossa decepção e desilusão é tão somente nossa responsabilidade.
E esse é o outro lado da mesma moeda... A projeção de nossas ilusões de perfeição e luz nos outros. Aprendi que o nosso maior mestre reside dentro de nós, a pequena voz da sabedoria que podemos escutar no mais profundo de nossos corações, a voz de nosso Eu Superior, que nunca se distancia de nós, a Presença que pode ser esquecida, mas a qualquer minuto contactada. Aprendi que jamais devemos ceder nosso poder pessoal a quem quer que seja, pois o despertar da consciência não é algo que alguém, por mais evoluído que seja, possa fazer por nós. Não há "shortcuts" no Caminho.
Este é longo e árduo, mas pode ser abreviado pelo poder de nossa própria vontade e determinação. Os verdadeiros mestres são como amigos mais velhos, nos dão dicas valiosas, nos ensinam algumas práticas para alcançarmos estados mais plenos de consciências, mas o sucesso da empreitada depende somente de nós. Não há caminho mágico e instantâneo, mas momentos mágicos podem ocorrer nessa caminhada e são frutos de nossa intenção constante de darmos um passo adiante em nossa evolução de consciência.
E quando escolhemos o caminho da unidade, o caminho da dualidade fica insuportável, difícil e sofrível. Constatar que ainda possamos ser alvo de antipatia e incompreensão, quando dentro de nós a intenção de uma união interna, compreensão e aceitação verdadeira do outro está presente nos magoa sim, ainda que tenhamos plena consciência da inconsciência do outro. Também é coerente que estejamos em um estado de perdão incondicional nesses casos.
Mas ainda assim, perdoando e deixando passar, conviver com situações e pessoas que nos diminuem, ao invés de nos acrescentar algo, não é legal. Aprendi que romper com essas vivências e relacionamentos é o melhor remédio para poder continuar firme e de cabeça erguida em nosso caminho, alinhados como a nossa verdade. Em 2008 antigos relacionamentos se foram, os verdadeiros ficaram e alguns outros verdadeiros se firmaram. Mas sinto que esse processo ainda continua.
Sermos nós mesmos e termos total responsabildade por quem somos e o que criamos não é tarefa fácil não. Mas a cada passo assertivo nos sentimos mais confiantes. Mas aprendi que ser assertivo não é sempre ser bonzinho e perfeito e aceitar tudo o que despejam em nós... Saber dizer não é muitas vezes é o caminho mais efetivo.
E tudo mudou... O rouge virou blush O pó-de-arroz virou pó-compacto O brilho virou gloss O rímel virou máscara incolor A Lycra virou stretch Anabela virou plataforma O corpete virou porta-seios Que virou sutiã Que virou lib, Que virou silicone
A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento A escova virou chapinha 'Problemas de moça' viraram TPM Confete virou MM
A crise de nervos que não respeita, virou estresse A chita virou viscose. A purpurina virou gliter A brilhantina virou musse Os halteres viraram bomba A ergométrica virou spinning A tanga virou fio dental E o fio dental virou anti-séptico bucal
Ninguém mais vê... Ping-Pong virou Babaloo O a-la-carte virou self-service
A tristeza, depressão O espaguete virou Miojo pronto A paquera virou pegação A gafieira virou dança de salão
O que era praça virou shopping A areia virou ringue A caneta virou teclado O long play virou CD
A fita de vídeo é DVD O CD já é MP3 É um filho onde éramos seis O álbum de fotos agora é mostrado por email
O namoro agora é virtual (e sem respeito algum) A cantada virou torpedo E do 'não' não se tem medo O break virou street O samba, pagode O carnaval de rua virou Sapucaí O folclore brasileiro, halloween O piano agora é teclado, também
O forró de sanfona ficou eletrônico Fortificante não é mais Biotônico Bicicleta virou Bis
Polícia e ladrão virou Counter Strike
Folhetins são novelas de TV Fauna e flora a desaparecer Lobato virou Paulo Coelho Caetano virou um chato
Chico sumiu da FM e TV
Baby se converteu RPM desapareceu Elis ressuscitou em Maria Rita? Gal virou fênix Raul e Renato, Cássia e Cazuza, Lennon e Elvis, Todos anjos Agora só tocam lira... A AIDS virou gripe A bala antes encontrada agora é perdida A violência está coisa maldita!
A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador As lições já não importam mais A guerra superou a paz E a sociedade ficou incapaz... ... De tudo.
Inclusive de notar essas diferenças.
(Luiz Fernando Veríssimo)
O PIOR É QUE SEM TERMOS TEMPO, NÃO PERCEBEMOS QUE CONTINUAM MUDANDO. ÀS VEZES PARA MELHOR, MAS NA MAIORIA DAS VEZES PARA PIOR, PORQUE NÃO NOS IMPORTAMOS COMO DEVERÍAMOS. NÃO TOMAMOS CONHECIMENTO DELAS, DEIXAMOS CORRER SOLTO. NÃO SOMOS CAPAZES DE ENCHERGAR ESSAS MUDANÇAS, ATÉ O MINUTO EM QUE, POR MAL OU POR BEM, SOMOS OBRIGADOS A NOTAR - E AÍ JÁ É TARDE. TEMOS QUE NOS TORNAR PESSOAS MAIS ATENTAS! PARA NOSSO PRÓPRIO BEM E O DE NOSSOS FILHOS, NETOS... TRATAR ESSAS MUDANÇAS MAIS DE PERTO, NÃO SÓ COMO OBSERVADORES MAS COMO PROTAGONISTAS, PARA QUE ELAS SEJAM SEMPRE PARA O BEM. ENFIM... PRECISAMOS MUDAR NÓS MESMOS. ANTES QUE SEJA TARDE.
Feng Shui Interior Veja uma lista de atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas energias. Conheça cada dessas ações para evitar a ''crise energética pessoal'':
1.Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
2.Pensamentos obsessivos Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental - torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
3.Sentimentos tóxicos Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos.. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
4.Fugir do presente As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: 'bons tempos aqueles!', costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele Sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.
5.Falta de perdão Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e a si mesmo fica 'energeticamente obeso', carregando fardos passados.
6.Mentira pessoal Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta.. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
7.Viver a vida do outro Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.
8.Bagunça e projetos inacabados A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio.. Não terminar as tarefas é outro 'escape' de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe 'diz' inconscientemente: 'você não me terminou! você não me terminou!' Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.
9.Afastamento da natureza A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais. Divulgue essas dicas para o maior número de pessoas possível e mentalize que, quando todos colocarem essas regras em prática, o mundo será mais justo e mais belo. Vamos tentar melhorar nossa energia pessoal. Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo. Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia ou ter fontes d'água para acalmar o ambiente são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive neste espaço não cuidar da própria energia. Portanto, os efeitos positivos da aplicação do Feng Shui nos ambientes estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local. O ambiente faz a pessoa, e vice-versa.
A perda de energia pessoal pode ser manifestada de várias formas, tais como: falha de memória (o famoso 'branco'); cansaço físico - o sono deixa se ser reparador; ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas. Para economizar energia, o crescimento pessoal, a prosperidade e a satisfação diminuem, os talentos não se manifestam mais por falta de energia, o magnetismo pessoal desaparece, ocorre medo constante de que o outro o prejudique, aumentando a competição, o individualismo e a agressividade, falta proteção contra as energias negativas e aumenta o risco de sofrer com o 'vampiro energético'.
Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Que vida louca levamos nós, mães modernas, mães do século 21, mães de filhos únicos, ou de muitos filhos que se tornam únicos pelo pouco tempo que conseguimos ter para cada um... Que vida louca temos nós, que acordamos ao raiar do dia e saímos para o trabalho delegando a outras, que em casa deixam seus filhos também, que sejam as mães que nossos pequenos não tem. ... Que vida louca temos nós que somos mães por telefone em tempo integral, que fazemos de nosso horário de almoço um momento para checar a lancheira, arrumar uniforme, fazer “Maria chiquinhas” e ter tempo de lembrar as antigas mães e mandar seu filho escovar os dentes... Que vida corrida temos nós, cheia de horários marcados com momentos de ser mulher, mãe, amiga, esposa, profissional, namorada... somos muitas e as vezes não conseguimos ser tudo... Vivemos uma rotina que rotina mesmo quase não tem , pois o dia é sempre um mistério para aquelas que tem filhos, afinal nunca sabemos se o dia que começou é o dia marcado para a dor de garganta chegar, ou para a prova surpresa de matemática, ou para briga com o amiguinho na escola, ou para pesquisa sobre o relevo que ele esqueceu de te avisar... Sabemos apenas que vivemos assim.... Acordar... trocar de roupa para o trabalho, esperar pacientemente que sua secretária do lar não falte, olhar seu filho dormindo por mais alguns minutos e ter vontade de ficar com ele só por hoje um dia inteiro, sair de casa, despedir-se do filho e dar muitas ordens a empregada que a deixam perdida... ir para o trabalho, ser profissional, ser mulher moderna, ser guerreira, lutar pra vencer, fazer a diferença no mundo profissional... Ligar ao longo do dia para marcar pediatra, fugir correndo do serviço para assistir a apresentação da escola no dia das mães, procurar alguém para buscar seu filho na escola porque hoje apareceu uma reunião e não tem como ir, e sempre acabar contando com a sua mãe para te fazer esse eterno favor... Correr, preocupar-se, desdobrar-se vencer o dia, e ainda chegar em casa checar a tarefa, supervisionar o banho, fazer mil e uma perguntas sobre o dia de seu filho, sentir-se culpada por não ser mais presente, brincar, dar atenção, cantar uma música, ler uma história, assistir pela bilionésima vez o filminho da Disney e acabar adormecendo ali, na caminha de solteiro ou do lado do berço, cansada, mas realizada por ter sido por mais um dia MÃE...
Juliana Nunis
“Fui criado com princípios morais comuns: Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades… Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade… Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror… Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão. Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto… Anistia para corruptos e sonegadores… O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Que valores são esses? Automóveis que valem mais que abraços, filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano. Celulares nas mochilas de crianças. O que vais querer em troca de um abraço? A diversão vale mais que um diploma. Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa. Mais vale uma maquiagem que um sorvete. Mais vale parecer do que ser… Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo? Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores! Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão! Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho-no-olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança! Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa. Abaixo o “TER”, viva o “SER”. E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã! E definitivamente bela, como cada amanhecer. Quero ter de volta o meu mundo simples e comum. Onde existam amor, solidariedade e fraternidade como bases. Vamos voltar a ser “gente”. Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas. Utopia? Quem sabe?… Precisamos tentar… Quem sabe comecemos a caminhar transmitindo essa mensagem… Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão!”.
Mães!
Mãe branca, mãe preta, mãe amarela Mãe loura, morena ou ruiva Mãe caseira ou cigana itinerante Mãe de todas as raças, de todas as cores Mãe que mendiga, mãe que trabalha Mãe que freqüenta alta sociedade Mãe que é mãe a todo momento Sem importar condição social Mãe é só uma palavra que soa Como favos de mel dentro da boca. Mãe guerreira, mãe preciosa Mãe zelosa, preocupada Mãe cozinheira, lavadeira, até lixeira Mãe empresária, industriaria, comerciaria Mãe dona de casa, madame ou empregada Mãe que luta com todas as garras Mãe que batalha por um bem-estar Por querer muito para o seu filho ou filha Que sempre tenha em seu mundo Momentos de muita paz e amor Com um crescimento interior Que o faça um alguém nesta vida. Mãe biológica, mãe adotiva Mãe que reza, que abençoa Mãe que perde noites de sono Mãe que ensina a ler e escrever Mãe que nos mostra o que é a vida E o caminho certo a percorrer Mãe que é Pai em sua ausência, Pai que é Mãe em tempo integral Como o substituto adequado Sem ter medo de ser piegas Mas por necessidade primordial De chegar enfim ao final da estrada, Ver seu rebento crescido, vitorioso Como um grande ser humano real. Mãe que sempre incentiva A lutar, vencer, crescer Como gente, ser humano Sem pisar no semelhante Procurar ser alguém importante Acreditar em Deus, ter fé Mãe que só pensa no que é melhor Mãe que acarinha, que acalanta Mãe que bronqueia na hora certa Mostrando um caminho para seguir Mãe que está sempre presente Em todas as horas Mesmo que a distância se faça sentir. Mãe é mãe não importa onde esteja Não importa o que seja Nada tira o seu valor. E por você mãe presente, onipotente Que se orgulha por ser mãe, Por correr atrás do tempo Tentando suavizar suas marcas Por você que é mãe ausente Mãe que existe só na lembrança Que partiu tão de repente Deixando no ar só a saudade Eu te faço esta homenagem.
Estou dividida! Feliz e alegre... ou infeliz e triste? Não sei. São sentimentos que por hora se fundem... que por hora se confundem... se misturam.
Feliz e alegre por constatar a cada segundo a existência dos seres mais importantes na minha vida: meus filhos. Os dois. Eis a questão. Um que por hora me traz alegria quando me acompanha a uma festa de aniversário e até dança comigo no intuito de talvez me fazer divertir... outro que por hora me entristece pelo fato de não estar perto como outrora...
Queria muito não estar escrevendo esse texto dessa maneira: em dúvida... dividida entre meus sentimentos... mas estou. Não posso evitar! De certo, tenho o fato de ser a mãe mais plena e realizada do mundo, por possuir os filhos maravilhosos que tenho.
De qualquer maneira gostaria de fazer essa homenagem que fiz, nos textos e vídeos acima, a todas as mães que conheço. Àquelas que são velhas mães... às mães velhas... às novas mães... às mães novas... às que ainda serão mães... às que são mães de filhos que se foram para nunca mais voltar... às mães de filhos ausentes por algum motivo... às mães de filhos de coração, adotados... às mães que abdicam de sua felicidade em nome de seus filhos na esperança de os fazer felizes... às mães que são tias mas amam como mães... às mães que sofrem caladas a cada amanhecer a falta que faz a presença de um filho... às mães que dão seu sangue se preciso, para que seu filho tenha o que comer... às eternas mães amigas que nos aconselham quando podem... à mãe de Jesus e principalmente, com muito amor... à minha mãe! Te amo.
É uma homenagem extensiva a todas nós.
Feliz dia das mães.
Meus filhos lindos e queridos... Rafael, Cristiane e Márllon... amo muito vocês. Vocês são a razão da minha vida! Beijos.
Às filhas agregadas: Joyce e Tamara... também queria dizer que não sei ficar sem vocês sempre por perto. Amo vocês também.
Costumamos achar que as pessoas felizes e infelizes já nascem feitas. Mas não é assim. Tanto as pessoas felizes quanto as infelizes fazem coisas que criam e reforçam seus estados de espírito. As pessoas felizes permitem-se ser felizes. As pessoas infelizes continuam a fazer coisas que as aborrecem, prejudicam, contribuem para sua infelicidade.
Qual é a primeira condição para que um negócio dê certo? Um plano de negócios bem feito. Este é o argumento defendido pelos técnicos do Centro de Administração Estratégica, uma firma de consultoria empresarial. Eles acreditam que cada negócio precisa definir seu objetivo e em seguida criar uma estratégia para alcança-lo.
O mesmo acontece com as pessoas. Defina o que você quer e então use uma estratégia para conseguí-lo.
Por incrível que pareça, as crianças são melhores nisso do que os adultos. As crianças pequenas sabem muito bem qual é o momento e o modo de fazer pirraça para conseguir um sorvete. E sabem qual é o nível de gritaria que provocará uma reprimenda dos pais. As crianças compreendem que há regras e padrões previsíveis na vida e usam uma estratégia para conseguir o que querem.
Viver uma vida feliz na idade adulta é como tentar conseguir aquele sorvete em criança. Você precisa saber o que quer e usar a melhor estratégia para consegui-lo. São pequenas' coisas e pequenas atitudes, que, somando-se, vão construindo a felicidade. Quando eu estudava na universidade, fazia muito calor durante uma aula e o professor não tomava qualquer iniciativa para ligar o aparelho de ar condicionado. Os alunos começaram a resmungar, murmurando coisas do tipo "que calor infernal", "que sujeito sovina". De repente, uma das alunas, com um sorriso amável, disse em voz alta: "Por favor, o senhor poderia ligar o ar condicionado?" Ato contínuo, o professor se levantou e acionou o aparelho. Houve protestos: "Ela é a queridinha dele." O mestre olhou para a turma e afirmou serenamente: "Não, ela foi a única que pediu." Situações como essa se multiplicam pela vida afora. Pense nas coisas que você realmente deseja e na melhor forma de consegui-las. Descubra as que lhe causam tristeza e procure conscientemente a melhor maneira de evitá-Ias.
As pessoas felizes não têm um sucesso após o outro, e as pessoas infelizes, um fracasso após o outro. As pesquisas mostram que as experiências de vida das pessoas felizes e infelizes tendem a ser muito semelhantes. A diferença é que a pessoa infeliz (não estamos falando de grandes desgraças) passa boa parte do tempo pensando no que lhe acontece de negativo, ou mesmo nos aspectos negativos de acontecimentos positivos, enquanto que as pessoas felizes tendem a valorizar tudo o que lhes acontece de positivo ou a extrair o aspecto positivo de todas as suas experiências.
Lyubomirsky, 1994
De norte a sul, de leste a oeste, todo mundo quer ser
feliz. Não é tarefa das mais fáceis. A princípio,
bastaria ter saúde,dinheiro e amor, o que já é um pacote
louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de
saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida
e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada
num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém
com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer
sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos
AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente
apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e
presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de
segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário,
queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos
de tentar ser felizes de uma forma mais realista.Ter um
parceiro constante, pode ou não ser sinônimo de
felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns
romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem
nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando
se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem precisa aproveitá-lo,
gastá-lo,usufruí-lo.
Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o
suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar
segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como
um pouco de humor, um pouco de fé
e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e
aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem
almejar o
estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-
se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza,
instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é
que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal
competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se
você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para
ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um
sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir
embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite
paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca
inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria,
Dizem os “experts” em comportamento que, quem já conseguiu assimilar apenas 10, dessas 20 regras, com certeza aprendeu a viver com mais qualidade interna. Ei-las:
1) Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.
2) Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos gera um desgaste enorme.
3) Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.
4) Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.
5) Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.
6) Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.
7) Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.
8) Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.
9) Tente descobrir o prazer nos atos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.
10) Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias enquanto há ansiedade e tensão. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.
11) Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.
12) Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trave do movimento e da busca.
13) É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.
14) Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.
15) Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.
16) Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo apenas para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.
17) A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.
18) Uma hora de intenso prazer substitui com folga três horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.
19) Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé!
20) E entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: Você é o que se fizer ser!
Texto enviado por Antonio Carlos Antunes - São Paulo-SP
OBS: A felicidade existe denro de cada coração... deles temos que cuidar... alimentar de coisas boas e que são indispensáveis para continuarem felizes.